SOMOS UM GRUPO DE AMIGAS/OS QUE TENTAM AJUDAR OS AMIGOS DE 4 PATAS da melhor forma que podemos e sabemos.
Ajudamos associações e particulares que ajudem animais abandonados.
Ajudamos no terreno, ex. obras, alimentar animais, levar ao veterinário, FAT, etc mas também angariamos donativos.
A nossa principal preocupação prende-se com a sáude - vacinas, tratamentos, cuidados de higiene do animal - mas também tentamos ajudar no que se refere à alimentação e infra-estruturas.
Para quem não pode ir às associações ajudar ou não pode entregar os donativos em mão, existe sempre a possibilidade de fazer uma transferência.
NIB > 0010 0000 40977050002 71 IBAN > PT50 0010 0000 4097 7050 0027 1 BIC > BBPIPTPL à ordem de Cláudia Sofia Melo Dias
Os extractos mensais vão ser publicados em www.dovskapets.blogspot.com na secção EXTRACTOS DOS DONATIVOS
SALDO ACTUAL:
CONTACTOS:
Cláudia Dias 932 765 362 claudiadiasdovskapets@gmail.com
Bela Guerreiro 926 791 760 belaguerreirodovskapets@gmail.com
Um dos elementos do grupo e pessoas de sua confiança disponibilizaram-se para ficarem responsáveis por 3 dos nossos protegidos suportanto todas as despesas a eles inerentes.
Posto isto a partir do dia de hoje a Lia, Shiva e Oscár ficam à inteira responsabilidade de Nádia Cirilo e seus companheiros.
Nesta altura perdemos um elemento do nosso grupo - a Nádia - mas sabemos que os 3 peludinhos têm assegurada qualidade de vida até à sua adopção.
Queremos agradecer esta oportunidade, em especial por eles que tanto precisam da ajuda de todos nós.
Pedimo-vos que continuem a acompanhar a Lia, Shiva e Oscár através da Nádia que nunca irá faltar com notícias dos nossos amiguinhos.
E nós, Dovska'pets, continuamos a nossa caminhada para melhorar a vida do Leão, Mica, Oysho e Lobita!
Atentamente, GRUPO DOVSKA'PETS 23 de Junho de 2009
Não tenho paciência para redes, confesso. Não tenho a mínima pachorra para re-re-re-enviar mensagens em que a sorte que me escapa passa a adoptar o meu apelido se, como prometido, encher as caixas de correio dos meus friends. Não fico apavorado, nem tremo encharcado em suores frios, se por convicção ou preguiça quebrar esse elo que me ameaça com todas as pragas do Egipto.
Se não enviares esta mensagem a sete dos teus amigos, vai abater-se sobre ti um mal terrível, dizem... e lá vou recebendo estas mensagens de quem nunca me disse Bem Vindo. Depois não querem que pareça antipático por não responder? Poupem-me!
De quando em quando lá surge uma partilha, um movimento solidário e altruísta, que capta a minha atenção e o meu carinho, por simpatia. E aí, volto a orgulhar-me de mim e desta capacidade universal que tenho de me entregar.
Há dez anos também lá estava, no Marquês, de mãos dadas com desconhecidos, e vestido de branco por Timor. Porque essas são as causas em que acredito. Não as que procuram a minha própria sorte, mas aquelas que divulgam, que alertam, que denunciam, que recordam as injustiças de outros que não nós. Gosto de dar as mãos, sim, mas por quem não tem voz.
Desde pequeno que me habituei a saber estar sozinho no meio de multidões, apenas para me entregar aos outros. A dar tudo o que tinha sem esperar uma compensação. Desde a primeira condenação à baliza por falta de habilidade nos pés, até aos palcos na idade adulta onde era cravejado de soutiens...
Mas durante esse percurso, uma companhia permaneceu fiel. Só ela me perdoou todos os erros, só ela permaneceu humilde face às minha ambições, só ela tinha um gesto de carinho quando chegava exausto das digressões. Ela teve vários nomes. Foi Babi, foi Nani, foi Diana, foi Julieta. Ela até foi ele que respondia por Óscar ou por Tarzan. Mas sempre estiveram lá. Eles, e a minha mãe.
Nunca pensei em abandonar a minha mãe. Amo-a em demasia para a poder privar da minha companhia. Sei que ela prefere conviver com os meus defeitos, e aceitar-me, e acarinhar-me, a nunca mais me pôr a vista em cima. Porque a minha mãe ama-me. Incondicionalmente. Ela, e os meus cães.
É por isso que não percebo quem abandona animais. É por isso que não aceito quem consegue engolir essa malvadez com que os engana. É por isso que até ao próximo dia 18 também estou de luto. Não pelo acto do abandono em si, mas pela morte anunciada desse Amor, e dessa Inocência, que morreram suicidas dentro de quem os maltrata ou abandona...
Coloquem o vídeo do Frejat no vosso perfil; escrevam sobre o tema, ou usem este texto se assim o entenderem; visitem o blog da Vodska Pets e participem no site da Petnet; coloquem a imagem do Luto contra o Abandono no carro, como colocaram as bandeirinhas do Scolari... mas, por uma vez, sejam vocês a abanar o rabo. Sejam fieis a quem tanto vos ama. Façam alguma coisa...
Não tenho paciência para redes, confesso. Não tenho a mínima pachorra para re-re-re-enviar mensagens em que a sorte que me escapa passa a adoptar o meu apelido se, como prometido, encher as caixas de correio dos meus friends. Não fico apavorado, nem tremo encharcado em suores frios, se por convicção ou preguiça quebrar esse elo que me ameaça com todas as pragas do Egipto.
Se não enviares esta mensagem a sete dos teus amigos, vai abater-se sobre ti um mal terrível, dizem... e lá vou recebendo estas mensagens de quem nunca me disse Bem Vindo. Depois não querem que pareça antipático por não responder? Poupem-me!
De quando em quando lá surge uma partilha, um movimento solidário e altruísta, que capta a minha atenção e o meu carinho, por simpatia. E aí, volto a orgulhar-me de mim e desta capacidade universal que tenho de me entregar.
Há dez anos também lá estava, no Marquês, de mãos dadas com desconhecidos, e vestido de branco por Timor. Porque essas são as causas em que acredito. Não as que procuram a minha própria sorte, mas aquelas que divulgam, que alertam, que denunciam, que recordam as injustiças de outros que não nós. Gosto de dar as mãos, sim, mas por quem não tem voz.
Desde pequeno que me habituei a saber estar sozinho no meio de multidões, apenas para me entregar aos outros. A dar tudo o que tinha sem esperar uma compensação. Desde a primeira condenação à baliza por falta de habilidade nos pés, até aos palcos na idade adulta onde era cravejado de soutiens...
Mas durante esse percurso, uma companhia permaneceu fiel. Só ela me perdoou todos os erros, só ela permaneceu humilde face às minha ambições, só ela tinha um gesto de carinho quando chegava exausto das digressões. Ela teve vários nomes. Foi Babi, foi Nani, foi Diana, foi Julieta. Ela até foi ele que respondia por Óscar ou por Tarzan. Mas sempre estiveram lá. Eles, e a minha mãe.
Nunca pensei em abandonar a minha mãe. Amo-a em demasia para a poder privar da minha companhia. Sei que ela prefere conviver com os meus defeitos, e aceitar-me, e acarinhar-me, a nunca mais me pôr a vista em cima. Porque a minha mãe ama-me. Incondicionalmente. Ela, e os meus cães.
É por isso que não percebo quem abandona animais. É por isso que não aceito quem consegue engolir essa malvadez com que os engana. É por isso que até ao próximo dia 18 também estou de luto. Não pelo acto do abandono em si, mas pela morte anunciada desse Amor, e dessa Inocência, que morreram suicidas dentro de quem os maltrata ou abandona...
Coloquem o vídeo do Frejat no vosso perfil; escrevam sobre o tema, ou usem este texto se assim o entenderem; visitem o blog da Vodska Pets e participem no site da Petnet; coloquem a imagem do Luto contra o Abandono no carro, como colocaram as bandeirinhas do Scolari... mas, por uma vez, sejam vocês a abanar o rabo. Sejam fieis a quem tanto vos ama. Façam alguma coisa...
V. P. S.
10 de Setembro de 2009 [CPM]